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Defesa de Sara Winter diz que prisões ocorreram para evitar manifestações


Os advogados da extremista Sara Giromini, que se autodenomina “Sara Winter” na internet, presa no início desta semana com outros líderes do acampamento 300 do Brasil em Brasília, divulgaram uma nota, neste sábado, pedindo maiores explicações às autoridades. No texto, a defesa alega que as prisões têm caráter político para impedir que eles participassem das manifestações programadas para este domingo.

“Há de se questionar como explicar atos, entendidos como ilegais, ilícitos e abusivos, senão pelo caráter político para retirá-los de circulação, diante das manifestações programadas para o próximo domingo (21/06), em Brasília/DF”, diz a nota.

A defesa argumenta ainda que não há no inquérito “qualquer menção, sugestão, indicação, figuração de qualquer imputação ou conduta criminosa" dos demais presos: Renan de Morais Souza, Emerson Rui Barros dos Santos, Arthur Castro e Erica Viana de Souza.

“Somente Sara Winter é mencionada. E pior, seus nomes não estão inseridos no inquérito, portanto, são inocentes presos politicamente”.

Os advogados pedem explicações ao Supremo Tribunal Federal (STF) e Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre pontos da decisão:

“A Defesa requer a imediata manifestação do Supremo Tribunal Federal e Procuradoria-Geral da República responsáveis pelo Inquérito 4828/DF, a fim de prestarem todos os esclarecimentos sobre os graves fatos levantados”.

Sara Giromini e os outros líderes foram presos na segunda-feira e tiveram os pedidos de prisão prorrogados . O mandado de prisão foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF a pedido da PGR.

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