Brasil tem 41.901 mortes por covid-19 e passa Reino Unido em vítimas


O Brasil tem 41.901 mortes e 829.902 casos confirmados de covid-19. Os dados são desta sexta-feira, 12, e compilados pelo consórcio de imprensa formado por UOL, Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo, O Globo, G1 e Extra.
Em 24 horas foram mais 847 vítimas e 24.255 pessoas infectadas. O balanço foi atualizado às 20 horas e contabiliza os números com base nas informações das 27 secretarias de Saúde estaduais.
Com a sexta maior população do mundo, o Brasil agora é o segundo com mais vítimas e passou o Reino Unido, que tem 41.481 mortes, segundo o governo britânico. Em primeiro lugar estão os Estados Unidos, com 113.914, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês).
Quando se leva em conta a população de cada país, que no Brasil é de 210 milhões, a taxa de mortalidade por 100.000 habitantes é de 19,9. No Reino Unido, que tem uma população de mais de 66 milhões de pessoas, a taxa é de 62,4 mortes a cada 100.000 habitantes.
Nos últimos quatro dias o Brasil registrou mais de 1.000 mortes diárias e ficou em primeiro lugar com mais confirmações de óbitos nas últimas 24 horas em todo o mundo. No Reino Unido, o número diário vem caindo e nesta sexta-feira ficou em 202 pessoas que perderam a vida por causa da covid-19.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o país que mais registrou casos e mortes nos últimos sete dias em todo o mundo. Em uma semana foram 188.400 casos e 7.132 mortes confirmadas. Os Estados Unidos aparecem logo depois, com 5.934 óbitos e 150.483 infectados.
Em todo o planeta são 7,5 milhões de pessoas infectadas e mais de 423.000 mortes causadas pelo coronavírus. A China, onde a pandemia global começou, tem 84.220 casos confirmados e 4.638 óbitos. Pelo menos 3,5 milhões de pessoas já se recuperaram da doença no mundo, entre elas 436.668 brasileiros. Os números são da Universidade Johns Hopkins.
Há 28 dias o Brasil está sem ministro da Saúde. Eduardo Pazuello está no cargo de forma interina, desde a saída de Nelson Teich.

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