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Saída de Teich repercute no mundo


A demissão do segundo ministro da Saúde do Brasil em menos de um mês repercutiu na mídia internacional nesta sexta-feira, 15. Nelson Teich pediu exoneração após desentendimentos com o presidente Jair Bolsonaro envolvendo os protocolos de liberação da prescrição da cloroquina para pacientes nos estágios iniciais do novo coronavírus.
O New York Times destaca que a saída de Teich acontece ao mesmo tempo em que “governadores e prefeitos em grande parte do país instruem os brasileiros a ficar em casa o máximo possível”, enquanto “Bolsonaro implorou para que saíssem e trabalhassem”. Cita ainda que ele “repetidamente minimizou a pandemia” e chegou a chamá-la de “uma gripezinha”.
Já o Washington Post escreve que o Brasil perde “seu segundo ministro da Saúde em menos de um mês”. “A saída do oncologista Nelson Teich, que renunciou menos de um mês após se tornar ministro da Saúde, perturbou ainda mais o que tem sido a resposta errática e desorganizada do Brasil à pandemia de coronavírus”.
A notícia também virou manchete nos principais jornais de Portugal. O Diário de Notícias destaca em sua primeira página a manchete: “Cai o segundo ministro da saúde do Brasil durante a pandemia”. No texto, o periódico afirma que o médico oncologista pediu demissão “por se sentir desautorizado por Jair Bolsonaro, contrário ao isolamento e favorável ao uso da não testada hidroxicloroquina”.
O Expresso também traz a notícia sobre a demissão de Teich e enfatiza que o “Brasil volta a ficar sem ministro da Saúde”. A publicação portuguesa explica que “depois dos desentendimentos entre o ministro da Saúde brasileiro e o presidente Jair Bolsonaro, Nelson Teich decidiu apresentar a demissão de um cargo que ocupa há menos de um mês”.
O Yahoo Notícias também já mancheta a notícia, e a Al Jazeera afirma que o “ministro discordava com Bolsonaro sobre a resposta do país ao coronavírus”.

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