Gigantes tecnológicas miram conteúdos sobre a cloroquina


A pandemia do coronavírus abriu uma ampla janela para proliferação de desinformação na internet, tanto de usuários nas redes sociais quanto de veículos de imprensa — sejam eles da mídia tradicional ou independente.
O cenário caótico atual está sendo bastante explorado pelas maiores empresas de tecnologia do mundo para adotar um comportamento muito mais rígido no que diz respeito ao controle das informações.
Redes sociais como Twitter e Facebook começaram a reprimir de uma forma sem precedentes as postagens que promovem tratamentos não verificados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
O Twitter excluiu uma afirmação de Rudy Giuliani, advogado pessoal do presidente norte-americano Donald Trump, que descreveu a hidroxicloroqina, prima da cloroquina, como “100% eficaz” contra o Covid-19.
A empresa também removeu um tuíte de Laura Ingraham, jornalista da Fox News, apontando para “resultados promissores” da cloroquina no combate ao coronavírus, destaca o portal Associated Press.
No final de março, as duas redes sociais removeram vídeos de Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, endossando o medicamento antimalárico como tratamento ao coronavírus, destaca o site Business Insider.

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