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Marcão admite queda de rendimento do Flu no segundo tempo contra o Avaí

Marcão fez críticas à postura do Fluminense no segundo tempo do jogo com o Avaí -  Mailson Santana/Fluminense FC 

O técnico Marcão, ao analisar o empate entre Fluminense e Avaí, na Ressacada, pelo Campeonato Brasileiro, admitiu que o time tricolor teve uma queda de rendimento no segundo tempo. De acordo com a avaliação dele, a equipe não adotou a estratégia de atuação que vinha tendo e deu a oportunidade ao adversário de conseguir chegar à igualdade no placar.
Fluminense abriu o marcador ainda no primeiro tempo, com Marcos Paulo, mas o Avaí chegou ao empate no fim da partida, em cobrança de pênalti de João Paulo.
"O primeiro tempo foi melhor. O segundo, realmente, não gostamos. Trocamos bola com o Avaí e essa não era a nossa proposta. Ficou um jogo igual e feio, nossa equipe não joga dessa maneira. Demos a oportunidade, em uma bola, de ser atacado e arriscar o resultado. Tentamos colocar o time para frente e fizemos mudanças para dar gás, mas não conseguimos. Nossa equipe não jogou da maneira que vem jogando, com troca de passes e controle do jogo", disse.
O comandante tricolor ressaltou, por outro lado, a recente sequência de jogos em um curto intervalo de tempo:
"Paramos de controlar o jogo, o que não podia acontecer. Toda essa maratona de jogos também nos prejudicou, não conseguimos dar sequência. Tivemos três jogos em praticamente uma semana. Tentamos ter posse de bola, controlar o jogo, mas não conseguimos. Ficou um duelo aberto. O Fluminense poderia ter feito o segundo, mas fomos penalizados com um pênalti marcado".
Marcão aproveitou para explicar as substituições que fez no segundo tempo. Ele colocou Pablo Dyego na vaga de Marcos Paulo, Guilherme na vaga de Nenê e o lateral-direito Igor Julião no espaço do volante Allan.
"O Nenê sentiu o cansaço, por isso colocamos o Guilherme, que entrou bem. O Allan também sentiu um pouco. O Marquinho [Marcos Paulo] também sentiu esse gás, e colocamos o Pablo para dar esse gás na marcação pelo lado. Tentamos manter esse esquema, mesmo trocando as peças", apontou.
Com Daniel suspenso e Ganso lesionado, o treinador optou por um meio de campo com três volantes e um jogador de criação, formando o setor com Yuri, Allan, Dodi e Nenê.
"Vínhamos jogando com dois homens mais criativos, o Paulo [Henrique Ganso] e o Daniel, que têm muita importância. O Dodi cumpriu bem a função, mas é um estilo um pouco diferente. Cumpriu o que foi pedido, conseguimos controlar o jogo no primeiro tempo. Em um jogo como esse, você tem de criar bastante. Depois, quando faz o gol, tem de pensar na melhor situação. Estava um jogo bem controlado, mas não fomos além disso", lamentou.