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Flu evolui no ritmo do "tiki taka" e espera pelo toque final de Ganso

Lucas Merçon/Fluminense 
A vaga na final da Taça Guanabara veio após a emocionante vitória por 1 a 0 contra o Flamengo, mas o time e torcida do Fluminense deixaram o Maracanã com razões para crer em dias ainda melhores, especialmente com a iminente estreia de Paulo Henrique Ganso.

Mesmo ante um rival que tem um cardápio de opções bem mais variado, o Tricolor foi um time que se manteve fiel ao estilo proposto por Fernando Diniz do primeiro ao último minuto, tendo na troca de passes uma de suas marcas registradas.

"A gente está treinando muito, a gente repete muito. O Diniz tem o pensamento muito além de outros que estão aí. Vamos correr muito esse ano ainda", disse Bruno Silva ao Premiere.

Ainda que esse "tiki taka" tricolor tenha causado alguns arrepios no torcedor (e no técnico), o time imprimiu a sua marca ante o Flamengo. Apesar do triunfo, faltou, porém, mais qualidade na hora do passe decisivo. E é aí que reside a esperança no início da caminhada do camisa 10.

Jogador que tem ocupado essa faixa de campo até aqui, Daniel não esteve bem no clássico. Responsável pela distribuição das jogadas, o meia pecou nos passes e deu lugar a Dodi, outro que levou puxão de orelhas do comandante.

O mais provável é que Ganso faça seu primeiro jogo oficial na próxima sexta-feira, quando o Flu recebe o Bangu, às 21h30, no Maracanã. Longe dos campos desde o início de dezembro, o meia está se condicionando fisicamente. Sem o reforço à disposição para a decisão, Diniz ressaltou o conjunto e explicou a fórmula para o sucesso:

"O que temos de fazer é deixar o modelo equilibrado. Quando o time está junto, compactado, não se corre muitos riscos".

Com o astral lá em cima após vencer o clássico, o Flu volta as suas atenções para o Vasco. O time se reapresenta hoje para iniciar os trabalhos de olho no adversário da final de domingo, 17h, no Maracanã.