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Segundo Sol: Laureta tenta aniquilar Galdino, ele a surpreende e dispara: “Morre, sua vaca”

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Em Segundo Sol, na Globo, Laureta (Adriana Esteves) descobriu a traição de Galdino (Narcival Rubens) e planejou friamente a sua morte. A cafetina fingirá que está tudo bem e o convidará para um jantar. Com isso, ela dispensará todos que vivem em sua casa para ficar a sós com o bandido. Ele aceitará tudo, mas ficará muito desconfiado. Confira.
“Eu sei que eu tenho um jeito meio estúpido de ser e de dizer coisas que podem magoar e ofender… Ah, Galdino, o que teria sido de mim sem você!?”. “Eu não fiz mais que minha obrigação, Lau, minha admiração e meu amor por você são eternos”, falará ele.
Neste momento, o clima ficará mais tenso. “Eu sinto isso! É uma vida inteira, né Galdino… você me apresentou a essa profissão, se hoje sou Laureta Bottini, devo muito disso a você!… Você não só me botou no caminho da prostituição, como foi meu primeiro homem… quando gostava da fruta! Bons tempos…”.

“Eu me sinto culpado por esse passado, Lau, ainda mais depois que você salvou a minha pele, me deu guarida”. “Realmente salvei a sua pele! Livrei Rossini de ser linchado em praça pública quando começou a caçada ao maior e mais temido torturador do regime militar… me arrisquei lhe escondendo, arrumei uma nova identidade pra você”.

Clima vai ficando tenso aos poucos

“Por sua causa consegui recomeçar uma vida… realmente eu devo tudo a você, não é, Lau…”. “Realmente, você deve… ainda mais considerando que eu lhe estendi a mão quando devia ter lhe cravado uma faca no coração, porque você, Rossini, não só me estuprou como me obrigava a satisfazer os desejos dos seus coleguinhas que viviam naquela casa dos horrores, aqueles torturadores, todos uns monstros, assustadores… e eu, quase uma criança, filha de um preso político… quanta maldade…”.

Laureta encurrala Galdino

“O que eu fiz com seu pai não foi nada em comparação ao que você fez com ele, você era uma garotinha bastante má…”. “Era não, ainda sou…”. “Mas você me deu uma chance, foi generosa comigo”. “E mesmo assim você me traiu, não é, seu calango velho maldito? Se passando pro lado da marisqueira e do sujo do Roberval”.
Galdino sentirá o drama e parará de falar. “A casa caiu, nem tente se defender! Como Luzia conseguiu isso? Ela lhe comprou com o dinheiro do sócio rico? Quanto você custou, Galdino?”. “Eu não fiz isso por dinheiro, fiz por vingança, por prazer”, disparará ele. “Já está tonto? Foi o calmante que botei em sua bebida, porque dessa noite você não passa”.
Ele rirá e afirmará: “Eu já sabia que você ia tentar me matar, conheço bem seu método, primeiro um calmante na bebida, e quando sua vítima apaga, vem a injeção de ar na veia… só que hoje vai ser diferente, quem vai pro inferno conversar com o diabo é você… monstra ingrata, verme, me tratou como um animal a vida toda, mesmo eu lhe dando minha alma!”.

Laureta não se intimida

“Você não tem alma, nem um ser humano você é, nunca foi, não passa de um rato de esgoto, sem caráter, sujo, perverso, inútil… eu odeio você, seu calhorda, covarde”, falará a cafetina. Neste momento, Galdino pegará uma navalha. “Você vai me pagar, Laureta, com a sua vida…”.
Laureta tentará pegar um faca em cima da mesa, mas ele voa para cima dela. Eles se embolarão até que o bandido ficará por cima de Laureta, quase enforcando-a, com a navalha prestes a furar sua jagular. “Morre, sua vaca, agora você morre!!!”, concluirá o bandido.