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The Voice Brasil dispara audiência da Globo nas noites de terça em SP e Rio

Tiago Leifert e Claudia Leitte na estreia da 7ª temporada do The Voice Brasil (Foto: Reprodução/Globo) 

A estreia da 7ª temporada do The Voice Brasil, nesta terça-feira (17) disparou a audiência da Globo no fim de noite e foi destaque também nas redes sociais.
O reality show, comandado por Tiago Leifert, registrou 22,0 pontos de média e 37% de participação em São Paulo, um crescimento de 5 pontos em relação à média da faixa das quatro terças anteriores, segundo dados consolidados do Ibope.
No Rio, a estreia da nova edição do The Voice Brasil, marcou 29 pontos de média e 47% de participação, um aumento de 9 pontos na mesma comparação. Cada ponto equivale a 71.8 mil domicílios na Grande São Paulo e a 45.2 mil no Rio de Janeiro.
REDES SOCIAIS
Já nas redes sociais, a #TheVoiceBrasil permaneceu por 7 horas nos Trending Topics Mundo e 10 horas nos TTs Brasil. O programa chegou no 4º lugar das principais buscas do Google, com mais de 100 mil pesquisas. A aparição surpresa de Claudia Leitte, um dos destaques do programa, foi muito comentada por celebridades e fãs e permaneceu por 1 hora nos TTs Mundo e Brasil. Sua performance rendeu um Moment no Twitter, onde os fãs defenderam ser impossível não virar a cadeira para a cantora.
Ivete Sangalo também foi destaque entre os internautas, que apelidaram a técnica como “máquina de memes’, por conta de suas inúmeras reações. Entre elas, a expressão “bloquiaberta”, fazendo referência ao botão de bloqueio usado por Lulu Santos na competição. Os demais técnicos também não se livraram e um Moment foi dedicado para os momentos mais expressivos.

As vozes aprovadas na primeira noite de Audições às Cegas

Júlia Dantas – Time IVETE
Natural de Fortaleza, Ceará, 30 anos. A primeira candidata aprovada nesta etapa interpretou “Começaria Tudo Outra Vez”, de Gonzaguinha.
A relação com a música: Meu pai ouvia música todas as noites, quando chegava do trabalho; e minha mãe estava sempre cantarolando pela casa. Por gostar tanto de música, aos 11 anos comecei a tocar o violão. Aos 18 anos, paralelamente à faculdade de Direito, comecei a tocar na noite de Fortaleza, em bares, boates, festas e eventos particulares. Fui integrante de algumas bandas da cidade, o que me deu a oportunidade de abrir shows de grandes artistas e bandas nacionais, como Vanessa da Mata, Lulu Santos, Maria Rita, Skank, Cidade Negra, Os Paralamas do Sucesso. Atuei no cenário da música cearense dos 18 aos 26 anos.
A carreira de Julia Dantas: Dos 7 aos 18 anos de idade eu vivia o basquetebol. Fui atleta da seleção cearense e, quando parei de jogar, fiz curso e me tornei árbitra de basquete. Para dar uma incrementada na renda de estudante, dava aulas particulares e, em pouco tempo, vi na música uma oportunidade para ganhar uma “graninha” a mais. Durante toda a faculdade, além de estagiar em escritórios de advocacia, eu tocava na noite de Fortaleza e, claro, sonhava com uma carreira como artista. Mas as responsabilidades financeiras foram aumentando e então eu decidi estudar para concursos de carreira policial, pois era algo que me atraía bastante. Aos 26 anos, quando ingressei na Academia de Polícia para fazer o Curso de Formação de Oficiais da Polícia Militar do Ceará, tive que me afastar da música, pois já não era mais possível conciliar as rotinas. Depois de quase dois anos no curso de formação, fui nomeada 1º Tenente da PM, cargo no qual estou há dois anos. E hoje, eu exerço a função de Subcomandante de uma Companhia.
Daniel Lopes – Time LULU SANTOS
Aos 41 anos, o cearense de Fortaleza subiu ao palco para cantar “Girls Like You”.
A relação com a música: Em 1999, eu cantava em clubes para turistas na Espanha. Nessa época, um produtor musical alemão, chamado Frank Farian, me ouviu e me convidou para ir a Miami produzir um álbum com ele. Ele foi o primeiro produtor da Alemanha a ter ganhado um Grammy e já produziu artistas renomados. Lá, eu gravei meu primeiro álbum – “For You”. Gravei também um DVD em Bahamas com 14 vídeos. Além disso, participei de um musical em um navio na Noruega. Já gravei vários singles e abri shows para artistas famosos como Alicia Keys, na Alemanha. No momento, trabalho com uma banda de baile em Fortaleza.
A carreira de Daniel Lopes: Com 13 anos, eu fui para Alemanha com minha mãe. Lá, em pouco tempo, tive contato com a música, mas continuei estudando. Trabalhei em várias áreas – fábricas, bares e como vendedor –para financiar meu hobby de cantar.
Erica Natuza – Time CARLINHOS BROWN
Cantando o hit “Pesadão”, a pernambucana de Recife Erica, de 26 anos, virou todas as cadeiras.
A relação com a música: Hoje em dia, eu canto profissionalmente. Faço shows com a minha banda, canto em bandas e projetos de terceiros e também em barzinho. No mundo da música, tive experiências como gravação de CD, participação em faixas musicais autorais de músicos parceiros. Já gravei trilha para filme, vídeos cover e regravações. Fiz algumas viagens para cantar fora do meu estado e da minha cidade, cantei no teatro e visitei programas da TV local. Quando recebi uma cartinha de uma criança que era minha fã foi um dos momentos mais emocionantes. Comecei a compor músicas autorais e lancei recentemente um videoclipe de uma delas.
A carreira de Erica Natuza: Sempre trabalhei por conta própria revendendo cosméticos. Hoje em dia, a minha dedicação vai mais para a música.
Kevin Ndjana – Time IVETE
O paraibano de João Pessoa tem 24 anos e incendiou ao palco do programa ao som de “Uptown Funk”.
A relação com a música: Música sempre foi meu alimento de espírito. Tenho uma relação muito intrínseca, muito natural com ela desde a infância. Hoje trabalho com música, mas antes minhas experiências eram por lazer. Cantei no coral e no grupo de louvor das Igrejas que frequentei e das quais fui membro. Com o grupo da Igreja, cantei em eventos grandes, um deles no estádio Mané Garrincha, em Brasília. Cantei também em alguns trabalhos escolares e muito no chuveiro – esse eu canto até hoje, na verdade. Vindo para João Pessoa, cantei no coral da minha universidade e em festivais. Participei do Fepac, que acontece na própria universidade, que reúne grupos de canto coral de todo o país, inclusive internacionais. Hoje, minhas experiências musicais estão mais voltadas para o trabalho com a minha banda, a Classic Band. Cantamos em casamentos, formaturas, eventos corporativos, aniversários e pubs na capital da Paraíba, Campina Grande, no interior do estado e em outras cidades como Natal e Recife.
A carreira de Kevin Ndjana: Além da música, estudo. Sou estudante de Arquivologia na Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Já servi ao Exército; já fui repositor em hipermercado; operador de telemarketing; estagiário. Mas no momento estudo e trabalho com música.
Samara Souto – Time TELÓ
Ligada no sertanejo, a alagoana de 22 anos escolheu a música “No Dia do Seu Casamento” para subir ao palco do TVB.
A relação com a música: Através dela, conheci alguns artistas que sempre admirei, pisei em palcos incríveis, onde sonho um dia cantar. Mas um dia especial foi a quinta-feira de carnaval de 2017, em Salvador, quando fiz uma participação e vi o tanto de gente vibrando por música no mesmo lugar. Chorei.
A carreira de Samara Souto: Já trabalhei com campanhas políticas. Panfletei muito em sinal. Depois fiquei só cantando. Hoje a música me leva a conhecer lugares e pessoas incríveis. Eu fotografo bastante, faço algumas campanhas e parcerias.
Cristiane Santos – Time TELÓ
Com 19 anos, a baiana de Sítio do Quinto, garantiu a participação no reality cantando “À Primeira Vista”.
A relação com a música: Digo que é uma forma de sair dessa realidade e ir para um canto especial descansar. Eu consigo experimentar vários sentimentos em apenas uma canção.
A carreira de Cristiane Santos: Fiz teatro musical, participei de uma cia e também fiz curso de artes cênicas.
Ally – Time TELÓ
Natural de Recife, Pernambuco, e com apenas 17 anos, Ally cantou “Dark Horse”.
A relação com a música: Música para mim é como combustível. Tudo o que eu faço, faço com música. Carrego meu fone de ouvido o dia todo e para todos os lugares. É a minha felicidade! Além de já ter participado do The Voice Kids, em 2016, fazia shows em festas familiares, casamentos, e até cheguei a sair do país pra cantar.
A carreira de Ally: Na verdade, ainda estou no início. Essa é a vida de uma menor de idade! (risos)